terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ah, eu tô sem Amy...

Olá.
Parece mesmo que virou moda no marketing negro associar droga com artista.
E agora não respeitam nem os artistas que já passaram dessa pra melhor.
Diz aí que, encontraram no Rio uma droga que tinha, digamos, até grife.
Foram apreendidos, na Favela das Manguinhas, uma ruma de papelote de cocaína.
Sim, Welton, isso é perfeitamente possível. E daí?
Daí que a diferença é que os papelotes tinham rótulo. E neste, tinha a imagem de nossa mui estimada cantora que nos deixou recentemente. Amy Winehouse.
Veja:


Isso mesmo. Depois da maconha Justin Bieber, temos o pó Amy (Wine)House vendido sem royalties.
Maaaaaaaaaaas, como sabemos que, querendo ou não, a Amy era apreciadora do pó Royal, esse selo pode querer indicar que a carreirinha deve ser "da boa".
Talvez não, mas com certeza, essa era a impressão que os traficantes queriam passar, através do seu peculiar marketing.
Então. Mais um motivo pra ficarmos longe disso. Vamos homenagear a Amy curtindo a melhor carreira dela. A musical.


"Peraí, gatinha, eu sou careta. Não vou cheirar uma Amy pra comer sua...wawawawa".


Leia mais a respeito da apreensão aqui.
Abraço.

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