quinta-feira, 3 de março de 2011

Por que Sandy bebendo cerveja e Bell Marques sem barba não são sinais do fim dos tempos

Olá.
Esta semana nos deparamos com duas notícias que considerávamos inimagináveis até pouquíssimo tempo.
Logo de cara, começamos a semana com Sandy, a ex-cantora infantil e agora cantora pop-romântica (foi a classificação mais apropriada que achei), conhecida pelo estigma de ser virgem até o casamento e de boa moça (?), estrelou uma campanha de cerveja.




"Esperem até descobrirem que também adoro leite"


Tal cerveja, chamada Devassa já deve Paris Hilton (que é o oposto da imagem que se fez de Sandy estes anos todos) como estrela de suas campanhas. E é lógico que a campanha de Devassa com Sandy provocou o maior frisson, gerando comentários e até piadinhas nas redes sociais.
Outro fato semelhante que provocou surpresa e comentários: Bell Marques, vocalista e líder da banda baiana Chiclete com Banana, conhecido, dentre outras coisas, pelo seu visual particular, fez a barba que o caracterizava há 30 anos.




"Com ou sem barba, meu nome é Enéas!"


Eu por exemplo, desde que me entendo por gente, Bell Marques usa barba e aquela bandana. E agora aparece sem barba. Maaaaaaaaaas, tal atitude tem uma explicação que também é semelhante à da campanha da Sandy: a Gillette, que dispensa apresentações, pagou a pequena bagatela de 2 milhões de reais para Bell Marques fazer aquela arte no rosto.
Além do fato de serem frutos de campanhas publicitárias, a Sandy cervejeira e o Bell sem barba teve outra característica marcante em comum: ambas foram consideradas sinais dos tempos, 2012 chegando, etc.
Maaaaaaas, enfim, acho que considerar esses dois fatos como sinal de fim dos tempos não procede. E por dois motivos.
Primeiro, Sandy beber Devassa e Bell raspar a barba não foram  frutos de iniciativa dos próprios. Eles receberam (e bem) pra fazer isso. Ou seja, sinal dos tempos produzido artificialmente e, portanto, não váildo pra ser classificado assim.
Segundo: o maior sinal dos tempos que tinha pra ocorrer esse ano já não vai mais ocorrer.
Aí você pergunta: qual, Welton?
O Corínthians ganhar a Libertadores. Quer sinal dos tempos mais forte que esse?






Já deviam estar acostumados, não?


E, graças ao Tolima, essa ameaça passou.




Na boa, o Tolima não fez mais que obrigação.


Ou seja, podemos todos dormir tranquilos em relação a isso.
Abraço.

Um comentário:

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