quarta-feira, 20 de outubro de 2010

É de ladrão assim que o Brasil precisa

Olá.
Vim hoje comentar uma notícia que me causou, além de espanto, inveja. E já explico o porque.
Saiu no bom e velho G1 que um professor sueco teve sua bolsa com o seu notebook furtada enquanto ia na lavanderia (Tá vendo? Na Suécia também tem ladrão. Chupem!).  O vacilão deixou a mala na escada de seu prédio (E você achando que só no Brasil você não pode descuidar de seus pertences). Após comunicar à polícia, a bolsa reapareceu com tudo o que tinha dentro, exceto, é claro, o notebook.
Como o tal professor distraído não tinha feito backup dos arquivos, entrou em pânico. Maaaaaaaaaas, foi aí que entrou a classe e a elegância do lalau europeu.
Na semana seguinte ao furto, o professor lesado recebeu uma encomenda elegante: um pendrive. Ao verificar, viu que o bom ladrão, embora não tenha aberto mão do notebook, teve a dignidade e a polidez de fazer backup da máquina e devolver os arquivos ao legítimo dono.






"Da próxima vez, faz a porra do backup dos teus arquivos, vagabundo!"


Olhaí a diferença. Se fosse no Brasil, cara não só não devolveria nada como ainda ia chamar o cara de vagabundo. E vamos combinar, Brasil. Ser chamado de vagabundo por um vagabundo é ainda pior que o assalto e o prejuízo decorrente dele em si.
Já que é pra continuar a ter ladrão no Brasil, que pelo menos eles sejam educados: que eles peguem só o que querem e deixem o cidadão em paz. Seria bom pra todo mundo.
Por mais ladrões gente boa no mundo, inclusive aqui.


Diga involuntária de post de Samuel Mário (@Samuelmario) via Twitter.
Abraço.

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